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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Boxe volta à Líbia após fim de Kadhafi

Muammar Kadhafi / (Foto: Ag. Internacionais)

"Um esporte selvagem", esta era a definição do falecido ditador libio Muammar Kadhafi, para o boxe. Morto em outubro de 2011 e responsável pela miséria do país e incontáveis mortes, torturas e outros crimes contra a humanidade, Kadhafi proibira a nobre arte na Líbia.

Entretanto a mesma juventude que participa do movimento chamado Primavera Árabe, uma revolução no mundo árabe e seus dirigentes, trouxe o boxe de volta ao país e sonham em ser novos Muhammad Ali, um muçulmano como muitos deles.

Na capital Tripoli, em um local no qual se discutia o Livro Verde de Khadafi com suas visões de política e sociedade, jovens formaram uma academia de boxe ainda não batizada. Porém logo na entrada há um mural com a imagem de um jovem Muhammad Ali nocauteando Khadafi. A última disputa internacional da Líbia foi em 1979 antes da proibição da nobre arte.

Mural com gravura de Muhammad Ali nocauteando Muammar Kadhafi / (Foto: Ag. Internacionais)

Fonte: A Bola

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Boxe faz israelenses e palestinos crescerem juntos

Israelense (esq.) e Palestino (dir.) / (Foto: AFP Menahem Kahana)

Uma das rivalidades maiores do panorama sócio-político atual é entre israelenses e palestinos que trocam mísseis e bombas na Faixa de Gaza, tendo um número alto de mortes violentas, porém em um ringue de Jerusalém mesmo havendo trocas de socos a também trocas de experiências e lições de vida.

Na matéria de Shatha Yaish da Agência de Notícias AFP, pessoas comuns de ambos lados que poderiam estar trocando ofensas se unem para treinar ou assistir lutas de boxe, só que não manifestação de torcidas organizadas ou movimentos violentos, apenas se sentam juntos para apreciar a nobre arte.

O local das lutas fica num antigo abrigo antiaéreo de Jerusalém e lá os atletas se encontram duas vezes por semanas. A região foi anexada por Israel em 1967, mas os palestinos a reinvendicam para fazê-la a capital de sua nação. Promover a paz é muito mais importante que um cinturão.

Para ler o resto da matéria de Shatha Yaisha da AFP clique aqui.