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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Presidente da AIBA quer mais mulheres competindo em Rio 2016

Adriana Araújo / (foto: Daniel Marenco / FolhaPress)

O sul-coreano Ching-Kuo Wu, presidente da AIBA (Associação Internacional de Boxe Amador), prometeu aumentar o número de categorias de pugilismo feminino nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.

O cartola que também é membro do Comitê Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI), foi o líder da abertura para o boxe feminino em Jogos Olímpicos. Nesta estreia a brasileira Adriana Araújo levou o bronze na categoria peso leve (60 kg).

"Eu disse antes das Olimpíadas que as boxeadoras precisavam causar boa impressão em Londres, e elas certamente conseguiram isso", aponta o dirigente no site Inside The Games.

"As mulheres surpreenderam a todos com seus talentos e conquistaram o apoio do público. Não será fácil (aumentar o número de categorias) porque o COI está tentando manter o número de eventos, mas mesmo assim vou levar essa discussão adiante. Vários membros da entidade me disseram que gostaram de assistir ao boxe feminino em Londres, completa Ching-Kuo.

Fonte: Ahe!

domingo, 12 de agosto de 2012

AIBA processa BBC

divulgação

No sábado enquanto eram disputadas as finais de diferentes categorias do boxe nos Jogos Olímpicos de Londres, a AIBA (Associação Internacional de Boxe Amador) anunciou que processará a BBC por acusá-la diversas vezes de venda de medalhas.

Por mais de um ano a TV britânica faz acusações em matérias de jornalismo investigativo apontando supostos esquemas no Mundial de 2011 no Azerbaijão e nos Jogos de Londres. Na sexta-feira a BBC acusou que as medalhas dos Jogos Olímpicos poderiam ter sido compradas.

Os azerbaijanos Magomedrasul Medzhidov e Teymur Mammadov ficaram com bronze, não venceram as semifinais. Eram os últimos de seu país na competição.

No mesmo dia, a BBC emitiu mais uma vez as acusações feitas em documentário de setembro do ano passado no qual denuncia dirigentes do Azerbaijão de terem pago aproximadamente US$ 10 milhões em troca de medalhas de ouro.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) e a AIBA abriram processo de investigação sobre as acusações e asseguram terem encontrado nenhuma evidência de suborno e corrupção.

"A BBC voltou a emitir as acusações na noite passada, na véspera das finais, apesar de ter-lhes dito que não era verdade", declara o presidente da AIBA, Ching-Kuo Wu em comunicado. "Portanto, dei instruções à firma legal londrina PSB Law para iniciar ações contra a BBC".

"Trabalhei muito duro nos últimos seis anos para limpar o boxe olímpico depois de anos de escândalos de corrupção com a precedente direção e estou profundamente penalizado e frustrado com a BBC", finaliza o dirigente de pugilismo olímpico.

Fonte: Terra

quinta-feira, 3 de maio de 2012

AIBA pode permitir profissionais nos Jogos Olímpicos de 2016

Das agências internacionais


George Foreman, ouro nos pesados nos Jogos Olímpicos do México em 1968 / (Foto: Reprodução)

A AIBA (Associação Internacional de Boxe Amador divulgou nesta quinta-feira que pugilistas profissionais poderão disputar os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. A notícia foi dada pelo presidente da entidade Wu Ching-Kuo.

"Eles definitivamente estarão no Rio. Olhe para o programa olímpico de outros esportes como o basquete, vôlei e handebol. Eles têm profissionais. Nós somos a única organização que não tem (profissionais na Olimpíada)", declara o sul-coreano Ching-Kuo.

Entretanto as diferenças são muitas entre os amadores e os profissionais. Como o uso de capacete, vestimenta e também o sistema de pontuação do primeira valorizando o maior número de golpes no rival, enquanto o segundo no profissionalismo é valorizado o nocaute. Há também o fator das bolsas milionárias e todo o espetáculo gerado nas transmissões televisivas dos profissionais.

A proposta de Ching-Kuo dependeria da APB (Associação de Boxe Profissional, que classificaria 56 esportistas para 2016. "Isso vai aumentar a qualidade da competição nas Olimpíadas, porque os boxeadores vão poder ter uma vida boa sem terem de desviar o rumo", aponta o dirigente.

O comum na carreira de um pugilista é após um período no amadorismo buscar o profissionalismo para enriquecer e obter maior visibilidade. "No passado, os melhores boxeadores das Olimpíadas e Mundiais eram pegos pelas associações profissionais. Podemos dizer que vários deles entraram em competições erradas e por isso desapareceram do boxe porque não podiam voltar ao amadorismo", finaliza Ching-Kuo.

Fonte: Uol

Via Bruno Schmidt - Facebook

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Investigação interna da AIBA rejeita acusação de propina do boxe amador do Azerbaijão


 Wu Ching-Kuo / (Foto: Ag. Internacionais)

Ano passado uma matéria da estatal inglesa BBC apresentou denúncias de acordos para favorecer atletas amadores do Azerbaijão em competições da AIBA. Hoje o presidente da AIBA Wu Ching-Kuo afirma que a investigação conduzida nega as alegações de corrupção na instituição.

“O ar foi limpo” após a investigação para o taiwanês Ching-Kuo que apontava o Azerbaijão como agente pagador de propina para garantir duas medalhas de ouro nos jogos de Londres 2012.

O time de investigadores da AIBA aponta que as alegações eram “sem provas e com base em nenhuma evidência de credibilidade”. Ching-Kuo afirma ter “total confiança” no representante da World Boxing Series Ivan Khodabakhsh e que o mesmo não apresenta nenhuma intenção maléfica em seu trabalho.